Divulgando Artes
Espaço de Divulgação
23 de Outubro de 2008


A PONTE E O RIO é, segundo Manuel António Pina, "um regresso feliz da artede contar histórias, em tempos em que o romance parece ter-sedesaprendido".

A última obra de ARTUR BARROS será apresentada, este fim-de-semana. Na sexta-feira, dia 24, a partir das 21.30 horas, na Biblioteca Municipal de Felgueiras e no sábado, a partir das 17 horas, no Café Guarany, no Porto(Avenida dos Aliados).

Entrada livre e recomendada.


A obra


Um professor que quer escrever um romance onde possa desflorar as contradições da interioridade humana acaba ele próprio por-se na mesma trama. Carla, a mulher que acaba por atraí-lo para asua órbita, é uma esquizofrénica que imagina fantasias e delírios… ou apenas uma mulher casada que, qual bonequeiro, gosta de manobrar os outroscomo se fossem suas personagens? As personagens Ramiro, Beatriz e Lola constituem as pontas do clássico triângulo amoroso, do qual, no fim, uma tem de sair, para que a fórmula do amor – um mais um é igual a um – persista, derrotando o autor, que, como o Criador, assiste, desesperado, à vitória da vontade das personagens sobre o destino prepotentemente predito.

A Ponte e o Rio é uma obra onde o autor brinca com a crescente e grave estreiteza da linha que separa ficção e realidade. O homem ocidental dehoje, alvo dos media em cada segundo, já nem sequer sabe se tal linha existe… Em tempos em que o romance parece ter-se desaprendido, "A ponte e o rio" é um regresso feliz da arte de contar histórias.


Manuel António Pina


O Autor Artur Barros nasceu em Rande, concelho de Felgueiras, em 1948, residindo, actualmente, em Vila Nova de Gaia.

Escrevendo desde muito novo, sobretudo poesia, começou por publicar os seus trabalhos em jornais locais, tendo também sido coordenador da Página Literária de um deles e, mais tarde, Chefe de Redacção e Director de dois semanários.

Exerceu actividade profissional nas áreas administrativa e de gestão devários sectores de actividade, tendo também passado pelo sindicalismo e pela política. Nesta área, foi Deputado à Assembleia Constituinte em 1976 e Vereador Permanente durante dois mandatos (1980/1982 e 1983/1985).

É também pintor, escultor e artesão, vindo, desde 1994, a expor individualmente e em colectivas.

Vencedor de vários prémios literários, está representado em diversas colectâneas e publicou:

Em 1992 – Dez Sonetos para Felgueiras, poesia;

Em 2003 – Mary Celeste – A Verdadeira História, romance;

Em 2004 – O Homem Eterno, romance.
publicado por divulgandoartes às 22:13 link do post
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